E eram mãos dadas,
mãos vazias, sem armas nenhuma.
Eram apenas mãos dadas pra brincar de roda,
sem querer soltar, pra cair, ou porque as mãos não combinavam.
Eram as mãos mais puras dadas,
sem ver diferança alguma.
Eram mais que apenas mãos dadas,
compartilhavam mais idéias e pensamentos do que o calor das mãos.
Era só o que se projetava na cabeça da criança que se escondia no escuro do corredor.
Até onde vai chegar?
Bullying: abra os olhos pra ver a covardia que quase ninguem enxerga.
Isabela Aguiar.
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